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CONTEÚDOS SOBRE DESENVOLVIMENTO INFANTIL
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Como escolher uma psicóloga infantil para o meu filho?
Esta é uma das perguntas mais cruciais que os pais podem fazer, especialmente em um contexto de alta exigência, como o que vivemos hoje. Escolher o profissional que cuidará da saúde emocional do seu filho exige olhar além do currículo; exige observar a postura clínica e a metodologia . Aqui está uma orientação baseada no rigor da Gestalt-terapia e na prática clínica para ajudar nessa decisão: 1. Verifique a Especialização na Abordagem A psicologia não é uma ciência única; e

Carolina Bittencourt
12 de mar.2 min de leitura
Psicóloga infantil especializada em regulação emocional e ansiedade infantil
Sou psicóloga infantil especializada em psicoterapia infantil voltada para dificuldades emocionais e comportamentais na infância e adolescência. Atendo crianças e adolescentes de 2 a 18 anos que apresentam ansiedade infantil, desregulação emocional, explosões de raiva, insegurança, perfeccionismo, baixa tolerância à frustração, dificuldades sociais e sofrimento relacionado à pressão por desempenho. Meu trabalho é focado na compreensão do comportamento infantil como expressão

Carolina Bittencourt
27 de fev.2 min de leitura


Psicoterapia Infantil com Brincadeiras: o que acontece na sessão enquanto a criança brinca?
Psicoterapia infantil: muito além da brincadeira Quando os pais chegam à psicoterapia infantil, uma das perguntas mais comuns é: Mas ele só brinca? Sim e não. O brincar, na psicoterapia, não é passatempo. É linguagem. É instrumento clínico. É caminho de acesso ao mundo interno da criança e do adolescente. Enquanto seu filho brinca na sessão, processos profundos estão acontecendo. Abaixo, explico o que realmente estamos trabalhando. 1. Construção de vínculo terapêutico e segur

Carolina Bittencourt
19 de fev.2 min de leitura


Seu filho parece excessivamente distante ou dependente? Entenda como o vínculo afeta o desenvolvimento emocional.
O que é vínculo? O vínculo afetivo é descrito na literatura do apego como o sistema relacional que organiza segurança emocional e exploração do ambiente. Estudos robustos demonstram que padrões de apego seguro estão associados a melhor regulação emocional, maior competência social e menor risco de psicopatologia. Na Gestalt-terapia, o vínculo é entendido como condição de possibilidade para o contato autêntico. Aguiar (2014) destaca que o campo relacional é determinante para a

Carolina Bittencourt
17 de fev.2 min de leitura


Meu filho vive preocupado, inquieto e com medo excessivo: Entenda a ansiedade infantil e quando buscar ajuda.
O que é ansiedade infantil? A ansiedade infantil é compreendida, no campo científico, como uma resposta de antecipação a ameaças percebidas, caracterizada por ativação fisiológica, pensamentos catastróficos e comportamentos de evitação. No desenvolvimento típico, a ansiedade é parte adaptativa do crescimento. Contudo, quando se torna persistente, intensa e desproporcional ao contexto, pode indicar dificuldades na regulação emocional e no processamento cognitivo do medo. Sob a

Carolina Bittencourt
16 de fev.2 min de leitura


Birras intensificadas na infância: por que meu filho perde o controle? Ele precisa de ajuda psicológica?
O que são as birras? Na perspectiva do desenvolvimento emocional, as birras infantis podem ser compreendidas como manifestações de desregulação emocional associadas à imaturidade neuropsicológica e à limitada capacidade de autorregulação (Cole et al., 2019; Morris et al., 2017). Sob a ótica da Gestalt-terapia, a birra configura-se como um ajustamento criativo defensivo , que emerge quando a excitação emocional excede o suporte interno e ambiental disponível para a criança s

Carolina Bittencourt
14 de fev.3 min de leitura


Meu filho não consegue se controlar! Entenda a regulação emocional infantil, por que importa e como promover em casa e na clínica
O que é regulação emocional? A regulação emocional infantil refere-se ao processo pelo qual uma criança modula a intensidade, duração e expressão de seus estados emocionais para se adaptar ao contexto e às demandas sociais e cognitivas. Do ponto de vista da clínica gestáltica, como proposto por Violet Oaklander (1980) , a regulação não é meramente controlar ou suprimir emoções, mas integrar sensações, sentimentos e comportamentos no ciclo do contato, preservando a coesão do

Carolina Bittencourt
13 de fev.3 min de leitura


Quando o brincar se torna terapia: insights da abordagem de Oaklander
Em psicoterapia, há dimensões que a linguagem e a lógica muitas vezes não alcançam e é justamente nesse território que o brincar ganha significado clínico profundo. No artigo “ It actually reveals things to me about myself ”, Peter Mortola (2015) resgata a centralidade do brincar na terapia, especialmente no contexto da abordagem de Violet Oaklander, uma das referências em Gestalt Play Therapy. O autor parte de uma crítica à postura contemporânea da clínica, na qual a busca p

Carolina Bittencourt
12 de fev.2 min de leitura


Criança que não aceita frustração: falta de limite ou imaturidade emocional?
Se seu filho chora intensamente quando perde um jogo, grita quando recebe um “não” ou desorganiza-se diante de pequenas contrariedades, você pode estar se perguntando: isso é falta de limite? Antes de responder com disciplina, é importante compreender o que está acontecendo emocionalmente. 1. O que é tolerância à frustração? Tolerar frustração não é “aguentar quieto”. É a capacidade de sustentar uma emoção desagradável sem desorganizar completamente o comportamento. Na infânc

Carolina Bittencourt
11 de fev.1 min de leitura


Ansiedade infantil na volta às aulas: quando o choro na escola merece atenção?
A volta às aulas costuma ser descrita como um momento de reencontro e expectativa. No entanto, para muitas crianças, esse período é marcado por choro intenso, resistência e sintomas claros de ansiedade infantil. Pais frequentemente chegam ao consultório com a mesma pergunta: “É só fase de adaptação ou meu filho está ansioso demais?” Entender essa diferença é fundamental. Por que a volta às aulas aumenta a ansiedade infantil? Mudanças ativam o sistema emocional da criança. A t

Carolina Bittencourt
10 de fev.3 min de leitura


Psicóloga infantil na Barra da Tijuca: quando buscar psicoterapia para crianças
Se você está pesquisando por psicóloga infantil na Barra da Tijuca, é provável que esteja observando mudanças no comportamento emocional do seu filho e buscando orientação profissional segura. Muitos pais procuram atendimento psicológico infantil quando percebem sinais como dificuldades de adaptação escolar, crises de ansiedade, birras intensas, isolamento, regressões no comportamento, medos excessivos ou alterações no sono e no apetite. Nem sempre é fácil identificar o momen

Carolina Bittencourt
9 de fev.2 min de leitura
Ansiedade: quando procurar psicoterapia na Barra da Tijuca
Se você chegou até aqui pesquisando por ansiedade, psicoterapia na Barra da Tijuca ou pensando “eu preciso de um psicólogo”, é provável que algo já esteja pesado demais para lidar sozinho. A ansiedade não é apenas nervosismo ou preocupação excessiva. Ela pode se manifestar no corpo, no sono, no apetite, na dificuldade de concentração, em crises de choro, irritação constante ou uma sensação persistente de alerta. Muitas pessoas convivem com esses sinais por anos antes de busca

Carolina Bittencourt
9 de fev.2 min de leitura
Quando o comportamento da criança não é só da criança: o papel do psicólogo na parceria com a escola
Na rotina escolar, é comum que determinados comportamentos chamem atenção: agitação constante, dificuldades de adaptação, explosões emocionais, retraimento, conflitos repetidos. Muitas vezes, a pergunta que surge é direta: “Isso é um caso clínico?” Nem tudo que incomoda é, necessariamente, um transtorno. Nem tudo que se repete indica um problema individual da criança. Em muitos casos, o comportamento é menos um “sintoma isolado” e mais uma expressão do campo escolar: das rela

Carolina Bittencourt
3 de fev.2 min de leitura


Nem toda dificuldade precisa de correção: às vezes seu filho só precisa de espaço
Na clínica infantil contemporânea, é cada vez mais comum que comportamentos esperados do desenvolvimento sejam rapidamente interpretados como sinais de problema. A angústia adulta diante do choro, da frustração ou da instabilidade emocional da criança frequentemente gera uma demanda por intervenção imediata. No entanto, nem toda dificuldade indica a necessidade de correção. Algumas sinalizam, justamente, a necessidade de espaço. A partir da Gestalt-terapia e da teoria do sens

Carolina Bittencourt
3 de fev.2 min de leitura


Expressar não é só desabafar: quando a emoção encontra um adulto pra ouvir, algo muda
Existe uma ideia bastante difundida quando falamos de emoções na infância: a de que a criança precisa “colocar tudo para fora”. Gritar, chorar, bater, descarregar. Como se a simples expressão emocional fosse, por si só, suficiente para produzir alívio e transformação. Na clínica infantil, essa crença merece ser olhada com mais cuidado. Nem toda expressão organiza. Nem toda descarga transforma. Quando expressar vira apenas repetição A criança expressa o que sente desde muito c

Carolina Bittencourt
30 de jan.3 min de leitura


Nem todo brincar é terapêutico: o que transforma uma brincadeira em terapia
Nem todo brincar é terapêutico: o que transforma uma brincadeira em terapia Na psicoterapia infantil, o brincar ocupa um lugar central. No entanto, existe uma confusão frequente, tanto entre pais quanto entre profissionais iniciantes, de que qualquer forma de brincar, por si só, já seria terapêutica. Essa ideia, apesar de bem-intencionada, empobrece o entendimento do que realmente promove mudança na clínica com crianças. Brincar é fundamental para o desenvolvimento infantil.

Carolina Bittencourt
29 de jan.3 min de leitura
Mudar o comportamento significa que a terapia deu certo?
Mudar o comportamento significa que a terapia deu certo? Uma das expectativas mais comuns quando pais procuram psicoterapia infantil é a mudança visível de comportamento. Espera-se que a criança fique mais calma, mais obediente, menos reativa, mais concentrada ou mais adaptada às regras do ambiente escolar e familiar. Mas... mudar o comportamento significa que a terapia deu certo? Embora compreensível, essa expectativa revela um equívoco clínico importante: confundir resultad

Carolina Bittencourt
28 de jan.3 min de leitura


A criança não muda quando entende: muda quando vive algo diferente
Durante muito tempo, a clínica infantil foi atravessada pela expectativa de que a criança precisa compreender racionalmente o que sente para então conseguir mudar seu comportamento. Essa lógica, herdada de modelos mais interpretativos e adultocêntricos, ainda aparece com força em pedidos comuns: “explica pra ele”, “faz ela entender”, “conversa para ver se aprende”. Na prática clínica com crianças, porém, esse caminho costuma produzir pouco efeito, ou, em alguns casos, aumenta

Carolina Bittencourt
27 de jan.3 min de leitura
Mas só brincar de João Bobo é fazer terapia?
Mas só brincar de João Bobo é fazer terapia? Bem… depende! Na psicoterapia gestáltica com crianças, o brincar não é um passatempo, nem uma estratégia para distrair ou “gastar energia”. Brincar é a forma privilegiada de a criança entrar em contato consigo mesma, com o outro e com o mundo. É linguagem, é ação, é corpo em relação. Quando uma criança empurra, soca ou derruba um João-bobo em sessão, o que está em jogo não é o objeto em si, mas a experiência que se organiza naquele

Carolina Bittencourt
26 de jan.2 min de leitura
Queria que meu filho fosse diferente.
No consultório, muitos pais chegam dizendo que querem ajudar o filho a “melhorar”. Melhorar o comportamento, o rendimento escolar, as explosões emocionais, a dificuldade de lidar com frustrações. Até aqui, estamos falando de sofrimento real: da criança e da família. Mas, em alguns casos, com o tempo, algo fica claro: o pedido não é exatamente que a criança sofra menos. O pedido real é: queria que meu filho fosse diferente. Menos intensa. Menos sensível. Menos barulhenta .Meno

Carolina Bittencourt
22 de jan.2 min de leitura
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